julho 2011 – AS-PTA http://aspta.org.br Fri, 05 Feb 2021 13:07:05 +0000 pt-BR hourly 1 Vídeo: Agricultura na cidade http://aspta.org.br/2011/07/28/agricultura-na-cidade/ http://aspta.org.br/2011/07/28/agricultura-na-cidade/#respond Thu, 28 Jul 2011 20:00:11 +0000 http://aspta.org.br/?p=4477 Este vídeo mostra  a experiência de aproveitamento agrícola de quintais realizadas por moradores de comunidades urbanas da periferia do município do Rio de janeiro, RJ.

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Livro – Transgênicos para quem? Agricultura, Ciência, Sociedade http://aspta.org.br/2011/07/28/livro-transgenicos-para-quem-agricultura-ciencia-sociedade/ http://aspta.org.br/2011/07/28/livro-transgenicos-para-quem-agricultura-ciencia-sociedade/#comments Thu, 28 Jul 2011 01:13:28 +0000 http://aspta.org.br/?p=4522 Leia mais]]> Organizado pela brasileira Magda Zanoni e pelo francês Gilles Ferment, o livro integra a Coleção NEAD Debate e, sob enfoque multidisciplinar, abarca as dimensões agronômica, ecológica, cultural, social e política, indispensáveis a uma leitura mais ampla sobre os transgênicos.

Em seus 33 artigos, assume a posição de que a discussão não pode se restringir à problemática selecionada pela genética e pela biologia molecular como ciências dominantes. Para isso, foram reunidos textos de referência do debate europeu e brasileiro, oferecendo uma grande diversidade de análises e de pontos de vista de atores sociais: agricultores familiares, cientistas internacional e nacionalmente reconhecidos, estudantes, associações, cooperados, ativistas.

O livro destina-se à formação de pesquisadores e professores, técnicos e extensionistas agrícolas, produtores e consumidores. É uma leitura indicada para todos os que estão preocupados com a necessidade de um modelo de desenvolvimento agrícola sustentável que, na prática, sob formas de controles sociais do saber, permita a reprodução das sociedades e dos ecossistemas por elas utilizados.

O Livro: Transgenicos_para_quem

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Caminho das águas http://aspta.org.br/2011/07/28/caminho-das-aguas/ http://aspta.org.br/2011/07/28/caminho-das-aguas/#respond Thu, 28 Jul 2011 00:35:43 +0000 http://aspta.org.br/?p=4580 Leia mais]]> O Brasil hospeda uma das maiores regiões semiáridas do mundo, tanto em termos territoriais quanto populacionais. O semiárido é ainda a região brasileira com maior número de estabelecimentos agrícolas familiares.

Para viver em um clima marcado por períodos de chuva entrecortados por longos períodos de estiagem, a população sertaneja é constantemente desafiada a exercitar sua criatividade na gestão dos recursos naturais. Assim, ao longo dos anos, vem desenvolvendo sofisticados mecanismos técnicos e sócio-organizativos para a convivência com seu ambiente.

No sertão, a fonte de água primária é a chuva. Parte dela será absorvida pelo solo e logo será responsável pelo verde novo da caatinga e pela agricultura. A outra parte da água deslizará pela superfície da terra em busca do leito dos córregos, rios e depois o mar. Neste vídeo, as famílias agricultoras da Paraíba são convidadas a contar como vêm otimizando os caminhos que ela percorre, seja por suas terras, seja por suas comunidades. Afinal, caberá aos agricultores e agricultoras fazer com que as águas que passam percam suas forças, que sejam conduzidas, direcionadas, barradas e armazenadas, que sejam, enfim, aproveitadas ao máximo para a construção da segurança hídrica e alimentar e para a melhoria da renda para as famílias.

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Homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora http://aspta.org.br/2011/07/27/homenagem-ao-dia-do-agricultor-e-da-agricultora/ http://aspta.org.br/2011/07/27/homenagem-ao-dia-do-agricultor-e-da-agricultora/#respond Wed, 27 Jul 2011 21:50:04 +0000 http://aspta.org.br/?p=4494 Leia mais]]> Gleiceani Nogueira – Asacom
27/07/2011

O agricultor e poeta Euzébio Cavalcanti, do município de Remígio (PB), fez uma música em homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora, celebrado nas comunidades no dia 25 de julho. A letra fala da importância do homem e da mulher do Semiárido na conservação das sementes, na preservação da natureza e na promoção da segurança alimentar do campo e da cidade.

A partir da música foi criado um videoclipe com fotos de agricultores e agricultoras acompanhados pelas organizações que integram a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA). Confira o resultado!

Homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora
Gleiceani Nogueira – Asacom
27/07/2011

O agricultor e poeta Euzébio Cavalcanti, do município de Remígio (PB), fez uma música em homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora, celebrado nas comunidades no dia 25 de julho. A letra fala da importância do homem e da mulher do Semiárido na conservação das sementes, na preservação da natureza e na promoção da segurança alimentar do campo e da cidade. 

A partir da música foi criado um videoclipe com fotos de agricultores e agricultoras acompanhados pelas organizações que integram a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA). Confira o resultado!

Homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora

Gleiceani Nogueira – Asacom

27/07/2011

 

O agricultor e poeta Euzébio Cavalcanti, do município de Remígio (PB), fez uma música em homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora, celebrado nas comunidades no dia 25 de julho. A letra fala da importância do homem e da mulher do Semiárido na conservação das sementes, na preservação da natureza e na promoção da segurança alimentar do campo e da cidade.

 

A partir da música foi criado um videoclipe com fotos de agricultores e agricultoras acompanhados pelas organizações que integram a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA). Confira o resultado!

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23º Seminário Regional de Agrobiodiversidade e 10ª Feira Regional de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade http://aspta.org.br/2011/07/27/23%c2%ba-seminario-regional-de-agrobiodiversidade-e-10%c2%aa-feira-regional-de-sementes-crioulas-e-da-agrobiodiversidade/ http://aspta.org.br/2011/07/27/23%c2%ba-seminario-regional-de-agrobiodiversidade-e-10%c2%aa-feira-regional-de-sementes-crioulas-e-da-agrobiodiversidade/#respond Wed, 27 Jul 2011 14:14:48 +0000 http://aspta.org.br/?p=4484 Leia mais]]> Nos dias 19 e 20 de agosto será realizado o 23º Seminário Regional de Agrobiodiversidade e em seguida, dia 21 a 10ª Feira Regional de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade, no município de São João do Triunfo – PR. Neste ano a feira regional de sementes crioulas irá compartilhar o espaço de comemoração dos 25 anos do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São João do Triunfo. São promovidos em parceria pela AS-PTA e as organizações de base da agricultura familiar das regiões Sul e Centro Sul do Paraná e Planalto Norte Catarinense, num trabalho que abrange 16 municípios dos dois estados.

O seminário e a feira de sementes são atividades que já fazem parte do calendário regional, sendo considerados importantes espaços de troca de experiências, formação, reflexão e definições de estratégias comuns, visando o fortalecimento da articulação da rede regional e o estímulo à transição agroecológica dos sistemas de produção no âmbito da Agricultura Familiar Camponesa. Desde 1993, os seminários regionais de agrobiodiversidade tem se caracterizado como momentos de construção coletiva do conhecimento agroecológico, com discussões temáticas em plenárias e nas reflexões em grupos fundamentadas por experiências realizadas e apresentadas pelos(as) agricultores(as) familiares, muitas delas realizadas em parceria com universidades e outros órgãos de pesquisa.

Serão dois dias de trabalho no seminário com apresentações de experiências, painéis, debates, trabalhos em grupos e atividades culturais dos quais, entre adultos e jovens, homens e mulheres, participarão cerca de 170 representantes de grupos comunitários, de organizações de base, estudantes, professores, técnicos da região. Participarão ainda entidades da sociedade civil de âmbito nacional como a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), a Campanha Brasil Ecológico Livre de Transgênicos e de Agrotóxicos, representantes da Rede Ecovida, do MST, entre outros movimentos sociais, além de representantes de órgãos governamentais estaduais e federal. Para a feira regional de sementes crioulas são esperadas mais de 2500 pessoas.

Tema central: “Caminhos de financiamento da transição agroecológica”

O endividamento crescente que se assiste não somente no âmbito da agricultura familiar, é apenas um dos resultados do modelo de desenvolvimento baseado no agronegócio. Aumentam volumes de “grãos” mas faltam alimentos básicos e de qualidade à mesa. Se estocam commodities mas aumenta a insegurança alimentar. Se propagandeiam tecnologias caríssimas e “milagrosas” mas o que aumenta são os recordes de faturamento das empresas transnacionais e o de consumo de agrotóxicos (leia-se veneno na comida e no meio ambiente). Financia-se a ilusão da colheita farta e o que cresce é a desilusão e o êxodo da juventude rural.

Apesar deste cenário (ainda bem incompleto), nossa região é rica em experiências inovadoras que estão permitindo às famílias sair da crise e reconstruir níveis crescentes de autonomia produtiva tendo por base os princípios da agroecologia.

Esta sistemática possibilitou consolidar a região no cenário nacional como um celeiro de sementes crioulas, de raças crioulas de animais domésticos e de experiências que têm contribuído para o fortalecimento da organização nas lutas sociais pelos direitos da Agricultura Familiar como, por exemplo, o uso e conservação do patrimônio genético que pertence a toda a humanidade.

Este ano várias experiências e estudos que estão em andamento darão o tom para as reflexões, tendo como eixo a necessidade de adequação nas políticas públicas voltadas ao financiamento, de forma a apoiar processos de transição agroecológica que envolvam uso e conservação de sementes crioulas, manejo ecológico dos solos, readequação ambiental das propriedades dentre outros aspectos. Assim, o primeiro dia do seminário será destinado a discussão relacionada ao crédito e nesta vertente serão realizadas no segundo dia do seminário quatro oficinas com os temas: Organização para comercialização local, Sementes Crioulas, Agrotóxicos e os desafios da juventude rural (ver programação abaixo).

Sejam todos(as) muito bem vindos(as)!!!

A Comissão Organizadora

 

Programação do Seminário e Feira de Sementes

Dia 19 de agosto

09h30: Café da partilha

10h30: Mística de abertura e apresentações

11h00: Painel: Breve histórico regional da agricultura e políticas públicas de incentivo à Agricultura Familiar

12h30: Almoço agroecológico

14h00: Plenária sobre Crédito para a Transição Agroecológica

16h00: Intervalo

16h30: Retomada da plenária

18h00: Encerramento

19h00: Jantar agroecológico

20h00: Atividade Cultural: teatro

 

Dia 20 de agosto

08h30: Plenária para direcionamento das oficinas

09h00: Oficinas: (1) Organização para comercialização local, (2) Sementes Crioulas, (3)Agrotóxicos e os (4)desafios da juventude rural, com relatos de experiências.

10h30: Intervalo

11h00: Continuidade das Oficinas

12h30: Almoço agroecológico

14h00: Plenária de apresentação dos trabalhos das oficinas e debate Análises e encaminhamentos

16h00: Avisos finais e encerramento

 

Dia 21 de agosto

10h00: Abertura da 10ª Feira Regional de Sementes Crioulas e da Agrobiodiversidade

9h00: Café da partilha

10h00: Celebração: culto ecumênico

11h00: Abertura oficial da 10.ª Feira

12h00: Tradicional almoço

14h00: Continuidade da Feira de Sementes Crioulas – Início da tarde cultural, com declamações, cantorias, danças, teatro, dentre outras atrações locais

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Cordel do Fundo Solidário http://aspta.org.br/2011/07/24/cordel-do-fundo-solidario/ http://aspta.org.br/2011/07/24/cordel-do-fundo-solidario/#respond Sun, 24 Jul 2011 20:21:59 +0000 http://aspta.org.br/?p=4480 Leia mais]]> No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

Assista ao vídeo:

Leia a cartilha:
Cartilha – Cordel do Fundo Solidário

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

 

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

 

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

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Criação animal: a segurança da família no semiárido http://aspta.org.br/2011/07/02/criacao-animal-a-seguranca-da-familia-no-semiarido/ http://aspta.org.br/2011/07/02/criacao-animal-a-seguranca-da-familia-no-semiarido/#respond Sat, 02 Jul 2011 00:39:10 +0000 http://aspta.org.br/?p=4582 Leia mais]]> A criação animal desempenha papel fundamental na sustentabilidade das unidades de produção familiar, principalmente diante da inconstância das chuvas que afetam o semiárido. Dessa forma, os animais representam, para muitos agricultores e agricultoras, fonte importante de alimentos, além de significarem renda monetária e poupança a médio e longo prazo. Ter animais proporciona também a melhoria da fertilidade do solo e podem ainda ser usados como instrumentos e força de trabalho.

Diante da importância dos animais para a vida das famílias agricultoras, a Comissão de Criação do Pólo Sindical e das Organizações da Agricultura Familiar da Borborema elaborou um vídeo que trata das inúmeras iniciativas dos agricultores e agricultoras da região para desenvolver ou adaptar estratégias e práticas inovadoras. Dentre elas, o melhoramento das espécies animais e vegetais, selecionando aquelas que mais se adequam à região, o aprimoramento da produção e armazenamento de ração, bem como a experimentação no manejo da caatinga. Convidamos todos para percorrerem as estradas da Paraíba e conhecer de perto os criadores e criadoras de nossa região.

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Agricultura: vi vendo experiências http://aspta.org.br/2011/07/02/agricultura-vi-vendo-experiencias/ http://aspta.org.br/2011/07/02/agricultura-vi-vendo-experiencias/#respond Sat, 02 Jul 2011 00:29:18 +0000 http://aspta.org.br/?p=4577 Leia mais]]> Vendo e vivendo experiências! Foi assim que agricultores e agricultoras de todo mundo, por milhares de anos, foram construindo um acervo próprio de saberes; um repertório de experimentações e inovações especificamente desenvolvidas e adaptadas para a resolução de problemas locais. Esse conjunto de respostas necessárias à adaptação ao ambiente é transmitido aos demais, criando assim um processo de acumulação de conhecimentos e saberes. A agricultura se constituiu secularmente como a expressão de uma cultura local, de um povo que vê e vive experiências.

Essa forma de ver e viver agricultura, porém, está ameaçada pelo crescente domínio da lógica do capital agro-industrial e financeiro. Esse fato coloca novos e grandes desafios às organizações dos agricultores e agricultoras, às entidades de assessoria e às instituições de pesquisa e extensão: Como revalorizar o acervo de conhecimentos para a construção de novos padrões de organização da agricultura que, ao mesmo tempo, sejam capazes de fortalecer os agentes do conhecimento – as famílias de agricultores? Como proporcionar um ambiente político e sociocultural favorável ao desenvolvimento e à irradiação dos conhecimentos técnicos de manejo agroecológico? Como privilegiar um processo de construção de conhecimentos a partir da união entre a teoria e a prática das inovações técnicas? Como combinar a formação, a experimentação e a comunicação em uma dinâmica única? Como promover o diálogo entre o saber popular e o científico para a construção de novos conhecimentos?

A luz das experiências dos próprios agricultores e agricultoras, esse vídeo não traz soluções prontas, mas aponta caminhos para serem percorridos e vividos por cada um de nós.

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