abril 2017 – AS-PTA http://aspta.org.br Fri, 05 Feb 2021 13:07:05 +0000 pt-BR hourly 1 Países latino-americanos apresentam experiências agroecológicas em Brasília http://aspta.org.br/2017/04/28/paises-latino-americanos-apresentam-experiencias-agroecologicas-em-brasilia/ http://aspta.org.br/2017/04/28/paises-latino-americanos-apresentam-experiencias-agroecologicas-em-brasilia/#respond Fri, 28 Apr 2017 14:37:17 +0000 http://aspta.org.br/?p=14743 Leia mais]]> Seminário Aliança pela Agroecologia ocorre entre os dias 3 e 5 de maio, na capital, e discutirá as políticas públicas para o desenvolvimento rural.

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Estudos realizados pela Aliança pela Agroecologia comprovaram que esse modo de produção contribui diretamente para o sucesso de pelo menos dez dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Aliança é formada por dez organizações de sete países latino-americanos – Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guatemala, Nicarágua e Paraguai – que irão debater os resultados das experiências entre os dias 3 e 5 de maio, em Brasília.

As experiências serão o ponto de partida do Seminário para refletir sobre os avanços, desafios e perspectivas da institucionalização da visão agroecológica nas políticas públicas para a agricultura e o desenvolvimento rural sustentável. Haverá, também, o lançamento das edições especiais das revistas Leisa e Agriculturas, que narram as experiências estudadas.

Aliança pela Agroecologia

O projeto foi cofinanciado pela União Europeia e recebeu o apoio da Actionaid Brasil. Seu objetivo é promover o intercâmbio entre organizações da América Latina visando à análise e à produção de estudos que avaliem como governo e sociedade civil vêm se organizando nesses diferentes países para criar políticas para a promoção da agroecologia.

“O projeto comprovou as vantagens da agroecologia para a agricultura familiar, inclusive suas contribuições diretas para o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e também estudou as políticas que estão incidindo sobre esse setor. As experiências serão o ponto de partida do seminário”, afirmou Gabriel Fernandes, assessor técnico da AS-PTA, entidade que coordena a Aliança.

Organizações que compõem a Aliança pela Agroecologia:

Brasil: AS-PTA (Coord.) e Actionaid Brasil
Bolívia: Centro de Pesquisa e Promoção do Campesinato (Cipca)
Colômbia: Instituto Maior Campesino (Imca) e Rede Colombiana de Agricultura Biológica (Recab)
Equador: Coordenação Equatoriana de Agroecologia (CEA)
Guatemala: Fundação para o Desenvolvimento e o Fortalecimento das Organizações de Base (Fundebase)
Paraguai: Rede Rural
Nicarágua: Serviço de Informação Mesoamericano sobre Agricultura Sustentável (Simas) e União Nacional de Agricultores e Pecuaristas da Nicarágua/ Programa Camponês a Camponês (Unag/PCaC).

Serviço
Seminário Aliança pela Agroecologia (evento para convidados)

Data: 3 a 6 de maio
Local: Centro de Convenções Israel Pinheiro (St. Ermida Dom Bosco Bloco A – Lago Sul), em Brasília-DF

Programação:

3/05
9h: Abertura e Benefícios da Agroecologia na América Latina: estudos de casos
AS-PTA (Brasil)
Rede Rural (Paraguai)

14h: Benefícios da Agroecologia na América Latina: estudos de casos
CIPCA (Bolívia)
Unag/PCaC e Simas (Nicarágua)
Fundebase (Guatemala)

4/05
9h: Movimentos na construção da agroecologia Campesino a Campesino (Nicarágua)
MST (Brasil)
Marcha das Margaridas (Brasil)

11h30: Feira e exposição (produtos dos países participantes)

14h: Políticas públicas para a agricultura familiar campesina: uma perspectiva a partir da agroecologia
IMCA y Recab (Colômbia)
CEA (Equador)
Rogério Neuwald (CNAPO-Brasil)
Eric Sabourin (Rede PP – América Latina)
Coord. Claudia Schmitt (CPDA/UFRRJ – Brasil)

05/05
9h Construção do conhecimento agroecológico: diálogo intersaberes
Irene Cardoso (ABA – Brasil)
Roselita Vitor (Polo da Borborema – Brasil)
Fundebase (Guatemala)

Discussão em grupos

14h: O futuro da cooperação para o desenvolvimento rural na América Latina
Thierry Dudermel (União Europeia)
Dulclair Sternadt (FAO-RLC)
Edson Anelli (Fundação Banco do Brasil)
Fernanda Thomaz da Rocha (BNDES – Brasil)
Alexandre Menezes (Terres des Hommes – Brasil)
Coord. Jorge Romano (Actionaid Brasil)

6/05

7h: Visita de campo

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Prefeitos e Câmaras de Vereadores da Região da Borborema realizam evento em Lagoa Seca contra a Reforma da Previdência http://aspta.org.br/2017/04/26/prefeitos-e-camaras-de-vereadores-da-regiao-da-borborema-realizam-evento-em-lagoa-seca-contra-a-reforma-da-previdencia/ http://aspta.org.br/2017/04/26/prefeitos-e-camaras-de-vereadores-da-regiao-da-borborema-realizam-evento-em-lagoa-seca-contra-a-reforma-da-previdencia/#respond Wed, 26 Apr 2017 12:58:49 +0000 http://aspta.org.br/?p=14733 Leia mais]]> levante da BorboremaAconteceu na tarde do dia 24 de abril, na Praça Severino Cabral em Lagoa Seca, a mobilização denominada de Levante da Borborema – contra a Reforma da Previdência (PEC 287). O ato público foi organizado pelas Câmaras de Vereadores e Prefeituras de vários municípios da região da Borborema, além de contar com a parceria de instituições como o Polo da Borborema, uma articulação de 14 sindicatos de trabalhadores rurais da região.

Estiveram presentes além dos prefeitos e inúmeros vereadores da região, representantes de centrais sindicais, do Comitê Contra a Reforma da Previdência de Campina Grande e os deputados estaduais Jeová Campos (PT-PB) e Estela Bezerra (PSB-PB) representando a Assembleia Legislativa da Paraíba.

O Objetivo da mobilização foi o de externar um posicionamento, de vereadores, dirigentes sindicais, prefeitos e da própria sociedade da região contra aprovação da reforma da previdência. Os organizadores alertam que essa reforma é maléfica, pois agride os direitos dos trabalhadores do campo e da cidade, conquistados na constituição de 1988. Alguns dos pontos de maior discordância da proposta atual é a equiparação da idade mínima de aposentadoria entre homens e mulheres, aumento do tempo de contribuição para a aposentadoria e a extinção da figura do segurado especial, que é a aposentadoria do trabalhador e da trabalhadora rural.

O Prefeito de Lagoa Seca, Fábio Ramalho (PSDB-PB) iniciou as falas lembrando que a luta contra essa reforma não é só da classe política, mas de toda a sociedade e cobrou a posição dos parlamentares paraibanos: “Essa é uma luta independente da minha sigla partidária, pois estamos afirmando aqui que o deputado que votar a favor dessa reforma, contra o povo, seja de que partido for, não vai ter o meu voto e nem o do povo da minha terra”, afirmou.

Além de impedir que trabalhadores do campo e da cidade se aposentem ou tenham acesso a qualquer outro benefício previdenciário, a reforma falirá muitos municípios brasileiros, onde a receita proveniente do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) é inferior ao que circula nestes mesmos municípios com o pagamento de aposentadorias e outros benefícios previdenciários, foi o que afirmaram diversas falas, como a do vereador de Lagoa Seca, Marcone Acioli Sampaio (PP-PB).

As lideranças do Polo da Borborema também usaram o microfone durante o ato para denunciar o ataque aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do campo, não só através da reforma da previdência, mas por meio de medidas como a PEC do Teto dos Gastos que congelou os investimentos em educação e saúde por 20 anos, bem como a proposta de reforma trabalhista. Nelson Ferreira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lagoa Seca, lembrou as figuras de João Pedro Teixeira, líder das Ligas Camponesas e de seu Celestino Pereira, fundados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lagoa Seca, como referências de luta pelos direitos conquistados que atualmente se encontram ameaçados como a aposentadoria rural, salário maternidade e outros benefícios previdenciários.

levante da BorboremaNelson Anacleto, da coordenação do Polo da Borborema e vereador (PSB-PB) no município de Lagoa Seca, destacou que os parlamentares da base do governo tentam fazer emendas à proposta na tentativa de conseguir mais adesão: “Essa reforma não merece o reconhecimento e o apoio de ninguém, essas emendas que estão querendo propor não servem, querem que o trabalhador rural pague. Eu pergunto a vocês, quem é o pobre que vai poder tirar da sua renda esse valor. Estão fazendo com que o documento da aposentadoria do trabalhador seja a sua certidão de óbito”.

No final foi elaborado e aprovado um documento da Borborema que será encaminhado aos doze deputados federais da Paraíba e os três senadores cobrando destes parlamentares, o voto contrário a reforma da previdência. Foi feito também um chamamento para as mobilizações que devem ocorrer no dia 28 de abril, quando está programado um dia de greve geral e centenas de categorias vão paralisar suas atividades em todo o país.

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Aliança pela Agroecologia promove Seminário em Brasília http://aspta.org.br/2017/04/20/alianca-pela-agroecologia-promove-seminario-em-brasilia/ http://aspta.org.br/2017/04/20/alianca-pela-agroecologia-promove-seminario-em-brasilia/#respond Thu, 20 Apr 2017 17:45:47 +0000 http://aspta.org.br/?p=14724 Leia mais]]> 11Dos dias 3 a 6 de maio de 2017, Brasília vai sediar o Seminário Regional da Aliança pela Agroecologia, projeto que reúne organizações sociais de sete países – Brasil, Bolívia, Nicarágua, Paraguai, Guatemala, Equador e Colômbia – dedicadas à promoção do desenvolvimento rural sustentável.

Com o tema “Os avanços da agricultura familiar e seus desafios no contexto da América Latina”, o Seminário vai reunir representantes das organizações do projeto Aliança, pesquisadores, agricultores, gestores públicos e de organismos de cooperação para o desenvolvimento de diferentes países latino-americanos.

A partir da apresentação de estudos de casos realizados nos países parceiros do projeto Aliança, o Seminário irá refletir sobre os avanços, desafios e perspectivas da institucionalização da visão agroecológica nas políticas públicas para a agricultura e o desenvolvimento rural.

O Seminário vai promover debates sobre os benefícios sociais, econômicos e ambientais da agroecologia, a construção do conhecimento agroecológico e o diálogo inter-saberes, e o futuro da cooperação para o desenvolvimento rural na América Latina.

“O projeto gerou resultados, em sete países da América Latina, mostrando as vantagens da agroecologia para a agricultura familiar e também estudou as políticas que estão incidindo sobre esse setor. Esses estudos serão o ponto de partida do seminário”, afirmou Gabriel Fernandes, da AS-PTA, assessor técnico da AS-PTA que coordena o projeto Aliança.

Marca banner facebookCofinanciado pela União Europeia e com o apoio da Actionaid Brasil, o projeto Aliança pela Agroecologia tem como objetivo promover o intercâmbio entre organizações da América Latina visando à análise e à produção de estudos que avaliem como governo e sociedade civil vêm se organizando nesses diferentes países para criar políticas para a promoção da agroecologia.

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IV ENA será em Belo Horizonte, em 2018 http://aspta.org.br/2017/04/20/iv-ena-sera-em-belo-horizonte-em-2018/ http://aspta.org.br/2017/04/20/iv-ena-sera-em-belo-horizonte-em-2018/#respond Thu, 20 Apr 2017 16:36:59 +0000 http://aspta.org.br/?p=14715 Leia mais]]> Encontro acontecerá no ano em que a Constituição Federal completa 30 anos

Participantes da Plenária da ANA. Foto: Renata Campos Motta
Participantes da Plenária da ANA. Foto: Renata Campos Motta

O IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA) acontecerá em Belo Horizonte/MG, em 2018. A expectativa é que o encontro seja realizado no primeiro semestre do ano. A decisão foi tomada na última Plenária da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), realizada entre 4 a 6 de abril, na capital mineira. Participaram da Plenária 70 representantes de diversos movimentos sociais do campo e da floresta, redes estaduais de agroecologia, redes regionais do campo e da cidade com atuação nas cinco regiões brasileiras.

“O IV ENA já começou e a Plenária foi um marco nesta construção”, explica Denis Monteiro, secretário executivo da ANA. Ele ressalta a importância do processo de mobilização para o Encontro, que terá várias atividades previstas para acontecer nos territórios, valorizando as dinâmicas e experiências locais em agroecologia. Durante o processo preparatório, será feito um resgate da história, da construção da agroecologia nos territórios, desde os anos 1980 até hoje.

Nessa caminhada, Monteiro comemora os resultados alcançados com as práticas agroecológicas. “Há muitas experiências bonitas para mostrar para a sociedade, muita comida de verdade, saudável, produzida pelas comunidades com base nos princípios da agroecologia. Muitas fontes de água foram recuperadas, muitas áreas que estavam degradadas hoje são agroflorestas. A sociedade precisa conhecer e valorizar esses trabalhos que as comunidades fazem”.

Trabalho coletivo durante a Plenária da ANA. Foto: Laudenice Oliveira/Centro Sabiá
Trabalho coletivo durante a Plenária da ANA. Foto: Laudenice Oliveira/Centro Sabiá

Campo e cidade – Essa aproximação entre o rural e o urbano busca também uma mudança de perspectiva, valorizando a produção de alimentos nas cidades que também se orientam pelos princípios da agroecologia. O IV ENA será, portanto, um momento de aproximar os povos do campo, das florestas e das águas de quem vive nas cidades, rompendo os muros.

Espera-se com as atividades mobilizadoras para o IV ENA, que devem acontecer ao longo deste ano até 2018 em diversos territórios brasileiro, valorizar as múltiplas experiências dos mercados que oferecem alimentos agroecológicos nas cidades e as iniciativas de promoção da alimentação saudável que estão crescendo muito no País. “Vamos ocupar as cidades com agroecologia. Será um momento também para dar visibilidade ao trabalho das mulheres e dos jovens, e para discutir as desigualdades que ainda persistem e como superá-las. E, claro, para valorizar as culturas populares de todo o País, que o modelo hegemônico desvaloriza e tenta destruir. O IV ENA, sem dúvida, será uma bela página na história das lutas e mobilizações do povo brasileiro”, acredita Denis Monteiro.

Constituição Federal – Para a equipe de organização do Encontro, será simbólico que o IV ENA aconteça no ano em que a Constituição Federal completa 30 anos. “Com o golpe em curso, as elites endinheiradas estão querendo destruir os direitos conquistados pelas parcelas da população que foram historicamente marginalizadas e discriminadas. O IV ENA será um marco na luta pela democracia e por nenhum direito a menos. Lutaremos para garantir a continuidade das políticas públicas para a agricultura familiar, para os povos indígenas e para os povos e comunidades tradicionais, que foram conquistadas com muita luta no processo de redemocratização e que tiveram um grande salto a partir de 2003, quando os governos Lula e Dilma passaram a incluir o povo no orçamento público”, concluí Monteiro.

Para Flávia Londres, técnica da Secretaria Executiva da ANA, “o momento político exige mobilização e o ENA é uma oportunidade importante para reflexão, construção de estratégias e fortalecimento das organizações na luta em defesa da democracia e por uma sociedade mais justa. Estamos deslanchando o processo preparatório ao IV ENA com o engajamento de organizações de todo o País. Será um desafio organizar um grande encontro em contexto adverso como o que vivemos agora, mas estamos assumindo a empreitada com coragem e temos certeza de que nos fortaleceremos nesse processo.”

Leninha Souza, integrante da Articulação Mineira de Agroecologia (AMA). Foto: Laudenice Oliveira/Centro Sabiá
Leninha Souza, integrante da Articulação Mineira de Agroecologia (AMA). Foto: Laudenice Oliveira/Centro Sabiá

Minas acolhe o IV ENA – A limitação financeira não será impedimento para a realização do IV ENA, que terá tamanho e formato adaptados aos recursos que venham a ser captados com diferentes fontes e parceiros e à capacidade inventiva das organizações da ANA, dispostas a inovar em formas alternativas de mobilização. “Temos uma tarefa grande de reunir recursos, mas independente disso, faremos o melhor para a realização de um bom ENA. Que esse encontro possa ser um sinal de esperança para o futuro, de prospectar possibilidades para a agricultura familiar e camponesa, para as mulheres, para os jovens”, acredita Leninha de Souza, do Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA/NM) e da Articulação Mineira de Agroecologia (AMA).

Sobre a realização desta quarta edição do ENA em Minas Gerais, Leninha destaca a diversidade da região como uma de suas principais forças. “Minas Gerais tem de tudo quanto há, como diz Guimarães Rosa. Do Cerrado à Caatinga, à Mata Atlântica. Regiões áridas, regiões com fartura de água”, ressalta.

Além das condições naturais, a representante da AMA aponta outros fatores no estado que podem contribuir para fortalecer a agroecologia. “Minas Gerais reúne uma série de condições, não só de clima, mas também de povos e comunidades tradicionais. Indígenas, quilombolas, geraizeiros, que são povos que vêm demonstrando na prática a forma de conviver com o clima, com os biomas diversos que tem no estado. Minas tem também diversas experiências de cooperativismo, associativismo, empreendimentos liderados por mulheres, pela juventude. Então, queremos apoiar e organizar o evento e mostrar a diversidade de Minas Gerais e a convivência com os diferente biomas”, conclui.

Por Viviane Brochardt/ANA e Laudenice Oliveira/Centro Sabiá
www.agroecologia.org.br

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Boas práticas: Agricultoras do Polo da Borborema debatem técnicas de acondicionamento e embalagem de alimentos beneficiados http://aspta.org.br/2017/04/20/boas-praticas-agricultoras-do-polo-da-borborema-debatem-tecnicas-de-acondicionamento-e-embalagem-de-alimentos-beneficiados/ http://aspta.org.br/2017/04/20/boas-praticas-agricultoras-do-polo-da-borborema-debatem-tecnicas-de-acondicionamento-e-embalagem-de-alimentos-beneficiados/#respond Thu, 20 Apr 2017 15:36:59 +0000 http://aspta.org.br/?p=14706 Leia mais]]> mulheres do Polo da BorboremaCerca de 50 agricultoras integrantes da Comissão de Saúde e Alimentação do Polo da Borborema participaram, nos dias 18 e 19 de abril, no município de Arara-PB, do IV Seminário Regional de Beneficiamento. A Comissão é formada por mulheres agricultoras dos municípios de atuação do Polo, que é uma articulação de 14 sindicatos rurais da região da Borborema na Paraíba, e é acompanhada pelo Núcleo de Saúde e Alimentação da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, que assessora o Polo há mais de 20 anos.

O Seminário debateu boas práticas de acondicionamento e embalagem dos alimentos da agricultura familiar beneficiados, em sua maioria pelas mulheres, que os comercializam para os programas governamentais de compra direta, nas comunidades e na rede de 12 feiras agroecológicas da região da Borborema. São bolos, doces, polpas de frutas, geleias, compotas, cocadas, bolos, beijos e tapiocas, responsáveis pela geração de renda para milhares de agricultoras da região.

A programação foi iniciada com a socialização do conhecimento acumulado nos seminários que já ocorrem desde 2015, quando teve início o processo de formação no sentido de aumentar o aproveitamento dos alimentos, elevar a qualidade dos produtos beneficiados, por meio do aprimoramento das técnicas de processamento e da adequação às normas da vigilância sanitária vigentes.

Pela segunda vez, o evento contou com a contribuição da professora de tecnologia de produtos agropecuários Márcia Roseane Targino de Oliveira, do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Campus de Areia-PB. Márcia falou sobre a importância de uma higiene rigorosa no acondicionamento, momento de envasilhar os alimentos, inclusive como forma de aumentar a sua validade e garantir a sua qualidade e sabor.

mulheres do Polo da BorboremaA professora ensinou as técnicas de higienização e da pasteurização de potes de vidro e de plástico para o acondicionamento de doces, o que segundo ela, podem garantir uma validade de oito a 12 meses para o produto. Tratou ainda das embalagens e que tipo de informação é fundamental para os rótulos, além de mostrar os diversos tipos de lacres, suas vantagens e desvantagens.

Para demonstrar, na prática, as técnicas apresentadas, as agricultoras Adailma Ezequiel e Márcia Patrícia Silva, do Sítio Lutador em Queimadas, ambas integrantes do grupo de Beneficiamento “As Marianas”, prepararam um doce de mamão, que foi acondicionado em potes de vidro, esterilizados com água fervente ainda vazios e depois de cheios, colocados submersos em água para ferver, segundo a técnica da pasteurização. As participantes do Seminário puderam observar, fazer anotações e tirar dúvidas.

Soraya Henrique, assessora especializada no beneficiamento dos produtos da agricultura familiar, esteve presente no Seminário e falou sobre a importância do debate com os poderes públicos acerca da legislação para a comercialização dos produtos da agricultura familiar: “Infelizmente, nossa legislação não tem uma certificação para produtos artesanais. Entendo que o espaço de produção pode ter os parâmetros de qualidade e de higiene da indústria, mas com uma identidade de artesanal. Essa política precisa ser discutida com o nosso prefeito, com o nosso vereador, o nosso deputado, para que ela possa atender as exigências e seja viável para a realidade da agricultura de cada local”.

Um novidade da quarta edição do Seminário de Beneficiamento, foi o diálogo iniciado com a Vigilância Sanitária Municipal, por meio da presença do agente e atual Coordenador da Vigilância Sanitária do Município de Massaranduba Aldair José Martins. Ele falou sobre o processo dialogado de construção do selo S.I.M (Serviço de Inspeção Municipal) em seu município, provocado pela direção do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Massaranduba, pois as agricultoras estavam enfrentando dificuldades para vender produtos para a merenda escolar.

mulheres do Polo da BorboremaFinalizando o primeiro dia de evento, Adriana Galvão Freire, assessora técnica da AS-PTA, socializou com as participantes, a trajetória de criação da linha “Do Roçado – produtos da agricultura familiar da Borborema”, que traz uma identidade visual comum e uma padronização de etiquetas, rótulos e embalagens para os produtos comercializados na rede de feiras agroecológicas da EcoBorborema, associação que organiza a comercialização da produção de famílias agricultoras do Polo da Borborema, seja nas suas 12 feiras agroecológicas, seja nas compras governamentais de alimentos.

Após a apresentação, foi feita uma rodada de debates sobre a importância da padronização das embalagens e sobre como fazer para multiplicar o recurso inicial que adquiriu as primeiras embalagens, por meio da criação de fundos rotativos, a exemplo do que já acontece para a compra de sacolas plásticas biodegradáveis com a marca da EcoBorborema.

Joancely Gomes, do Sítio Nova Canaã, em Esperança-PB, acredita que as embalagens e rótulos padronizados não são uma despesa a mais, elas vem para agregar valor ao produto: “Acho que se a gente está investindo para agregar valor ao produto, aquele produto não pode mais ser vendido pelo mesmo preço de antes, é justo que esse valor seja repassado no preço final, eu tenho certeza de que o consumidor entende que isso é uma segurança, é uma melhoria naquilo que ele está levando pra casa”, afirmou.

O segundo e último dia do Seminário foi dedicado à apresentação do monitoramento que a Comissão de Saúde e Alimentação realizou acerca da produção das agricultoras no tema do beneficiamento, o quantitativo produzido, consumido e comercializado, bem como o impacto dessa produção na renda das famílias.

mulheres do Polo da BorboremaOs resultados preliminares desse estudo impactaram as mulheres que conseguiram reconhecer a importância econômica do seu trabalho. Dos 16 estudos realizados, foram levantados de setembro ao final de março, um longo período marcado pela forte estiagem, o beneficiamento de mais de 30 produtos diferentes, utilizando 17 tipos de frutas, 5 produtos do roçado e 5 de origem animal. Durante os 8 meses de estudo, essas mulheres produziram pouco mais 27 mil reais. A partir dos resultados, perceberam a importância da diversidade de produtos para a segurança alimentar e para a venda nas feiras; o papel dos programas de compra direta no fortalecimento da agricultura familiar; mas também perceberam que a diversidade de mercados é muito importante para a economia da mulher e por fim, puderam debater sobre a importância da economia não monetária, aquela representada pela melhoria da alimentação da casa e a responsável pela solidariedade. As mulheres que participaram do encontro saíram animadas para continuar o monitoramento da sua produção.

O trabalho da Comissão de Saúde e Alimentação do Polo da Borborema conta com o apoio do Projeto “Agroindustrialização caseira por mulheres camponesas no semiárido brasileiro”, com recursos financeiros da entidade de cooperação internacional espanhola Manos Unidas.

 

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Seminário discute resultados de pesquisas participativas com Sementes da Paixão no território do Polo da Borborema http://aspta.org.br/2017/04/06/seminario-discute-resultados-de-pesquisas-participativas-com-sementes-da-paixao-no-territorio-do-polo-da-borborema/ http://aspta.org.br/2017/04/06/seminario-discute-resultados-de-pesquisas-participativas-com-sementes-da-paixao-no-territorio-do-polo-da-borborema/#respond Thu, 06 Apr 2017 17:04:40 +0000 http://aspta.org.br/?p=14685 Leia mais]]> Encontro Sementes da Paixão

Aconteceu nos dias 04 e 05 de abril, em Campina Grande, o Seminário sobre Pesquisas e Gestão dos Bancos de Sementes Comunitários do Território da Borborema, que reuniu cerca de 80 pessoas, entre agricultoras e agricultores guardiões de sementes, gestores de bancos comunitários de sementes, pesquisadores, estudantes, professores estudiosos da temática e representantes da rede de sementes da Articulação do Semiárido Paraibano (ASA Paraíba). “Sementes da Paixão” é o termo usado no estado para designar as sementes crioulas, ou nativas, conservadas pelas famílias camponesas há várias gerações.

A atividade foi promovida pela Comissão de Sementes do Polo da Borborema, uma articulação de 14 sindicatos de trabalhadores rurais da região da Borborema na Paraíba que conta com a assessoria da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecológica. Atualmente, a rede de Bancos de Sementes Comunitários (BSC) do Polo conta com 62 bancos.

O evento teve como objetivos: Socializar e debater resultados de experiências de manejo comunitário da agrobiodiversidade e suas implicações para a pesquisa agroecológica; Definir orientações para a continuidade de programas de pesquisa em agroecologia em conjunto com comunidades e organizações da agricultura familiar; Comemorar os 10 anos de pesquisas com as sementes da paixão no Território da Borborema; Socializar experiências bem sucedidas de gestão dos bancos comunitárias de sementes; e Construir estratégias que qualifiquem a gestão da rede dos bancos comunitários de sementes no Território da Borborema.

Encontro Sementes da PaixãoAntes da abertura do Seminário, foi feito um minuto de silêncio em memória do ex-diretor e atual coordenador de pesquisas do Instituto Nacional do Semiárido, professor Ignacio Hernán Salcedo, que faleceu no dia 03 de abril, vítima de câncer. Em seguida, Roselita Vitor, liderança do município de Remígio e da coordenação do Polo da Borborema, falou sobre o significado e a trajetória do trabalho com as sementes.

Ela lembrou do surgimento da luta pelo acesso as sementes, no início da construção do projeto político do Polo, ainda na década de 90: “Uma das primeiras coisas que eram colocadas pelos agricultores era a questão das sementes, que eram usadas pelos políticos como moeda de troca. Também as sementes distribuídas que não chegavam na hora certa de plantar. Mas por pouco que fosse, todo agricultor e agricultora tinha a sua semente guardada, só que eles tinham vergonha dela, porque ela não era valorizada pela assistência técnica de Estado e pelas instituições de pesquisa. Mesmo prestando um serviço gratuito à humanidade, de preservação das variedades, os agricultores não eram reconhecidos no seu papel de guardiões da biodiversidade”, afirmou.

Na sequência, os participantes se dividiram em dois grupos para a socialização dos resultados de um conjunto de estudos participativos sobre sementes com a colaboração dos guardiões e guardiãs das comunidades rurais, são elas: Pesquisa com variedades e o levantamento das pragas e doenças do feijão macassar; Pesquisa de armazenamento sementes com produtos naturais; Implantação de campo de multiplicação de milho jabatão; Revitalização da Batata Agroecológica na Borborema; e Monitoramento Rede de BSC na Borborema. As apresentações foram feitas professores e estudantes bolsistas envolvidos nas pesquisas.

Encontro Sementes da PaixãoNa tarde do primeiro dia, foram apresentados ainda o contexto, as ações e os resultados da campanha Não planto transgênicos para não apagar minha história!, que surgiu à partir da preocupação dos agricultores com a entrada de sementes transgênicas no território, à partir das feiras livres, armazéns e do milho da venda de balcão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A campanha produziu materiais de esclarecimento com orientações aos guardiões no sentido de evitar a contaminação de suas sementes crioulas e possibilitou a certificação de dezenas de amostras de milho por meio da aquisição de kits de testes de transgenia. Das 66 amostras de milho testadas em 2016, 40 estavam livres de contaminação por transgênicos.

Após as apresentações, foi feita uma rodada de debate em torno das seguintes perguntas: quais os ensinamentos que os resultados das pesquisas e das experiências apresentadas sugerem para a pesquisa agroecológica e para as políticas públicas de sementes? Que iniciativas serão realizadas no campo das pesquisas em agroecologia em conjunto com comunidades e organizações da agricultura familiar camponesa em 2017? O primeiro dia foi encerrado com uma oficina de produção do “cuscuz da paixão”, com o uso de uma das unidades de beneficiamento de milho crioulo, adquiridas pelo Polo da Borborema em parceria com a AS-PTA.

Encontro de Sementes da PaixãoFernando Curado, pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, de Aracaju-SE, parceira das pesquisas com sementes no território do Polo desde 2007, fez uma síntese dos desafios e perspectivas para os estudos daqui em diante. A necessidade de avançar no empoderamento dos agricultores para a pesquisa e no investimento de novas metodologias, além do aprofundamento no conhecimento sobre como tem sido a apropriação das famílias agricultoras com relação às pesquisas, foram alguns dos desafios elencados pelo pesquisador.

O segundo e último dia do seminário foi iniciado com o lançamento da publicação Sementes da Paixão – Catálogo das Sementes Crioulas da Borborema, que busca dar visibilidade às iniciativas das famílias e comunidades na conservação, apresentando as principais características das mais importantes sementes encontradas nos BSC da Borborema. Com o objetivo de facilitar a troca de informações entre guardiões e guardiãs, além de ser um instrumento de afirmação das sementes da paixão.

Encontro Sementes da PaixãoForam apresentados então os avanços, desafios e perspectivas da Rede de Bancos Comunitários de Sementes no Polo da Borborema no ano que terminou e para 2017. Euzébio Cavalcante, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Remígio, falou sobre a melhoria da estrutura dos 20 BSC apoiados pelos Projetos Ecoforte – Redes de Agroecologia e Sementes do Semiárido, do Governo Federal, que tiveram início em 2015 e sobre as novidades do ano de 2016, como as atividades de formação sobre sementes de hortaliças e sobre o empacotamento de sementes, além da aquisição de duas unidades de produção de cuscuz não transgênico.

Gabriel Fernandes, assessor técnico da AS-PTA, fez uma fala sobre o cenário nacional do trabalho com as sementes e das políticas públicas: “A maioria das políticas públicas de apoio à agricultura familiar que a gente conhece é de 2003 para cá. Tivemos um ciclo de 15, 20 anos importante de apoio das políticas públicas. A região do Polo teve a capacidade de tirar o máximo proveito dessas políticas, o que permitiu dar um grande salto na conquista do seu projeto político. O reconhecimento de diferentes órgãos do governo do trabalho com as sementes é uma conquista nossa. Mas estamos vendo uma contradição, ao mesmo tempo em que a gente vê as experiências com uma força muito grande, vimos o país desmoronando de cima pra baixo”, disse, se referindo às medidas do Governo Temer, de extinção de ministérios e ações estratégicas para o campo.

Encontro Sementes da PaixãoNa segunda parte da manhã, foi reservado um momento para socializar experiências bem sucedidas de gestão dos bancos comunitárias de sementes, tomando como exemplo o Banco Comunitário de Sementes da comunidade de Guritiba, em Queimadas-PB e o Banco Comunitário de Sementes de São Luiz, em Solânea-PB. Adriana Batista da Costa Mendes, é uma das gestoras do BSC de Guritiba, ela compartilhou os desafios, conquistas e aprendizados do seu trabalho com os presentes: “Cada vez que a gente tá unido, é como se nascesse uma sementinha no nosso coração. A primeira semente que a gente deve plantar, é dentro da gente, quando decidimos ser um guardião”, disse.

Encerrando a programação, os presentes se dividiram mais uma vez em grupos para refletir sobre os ensinamentos e orientações das experiências apresentadas. E levantar o que pode ser feito para melhorar a gestão da Rede de BSC no Polo da Borborema. O seminário foi encerrado com a definição das principais orientações para animação da rede de BSC e possíveis demandas para continuidade das pesquisas com as sementes da paixão. Entre elas merece destaque: a produção de sementes com água de reuso; a realização de reuniões com novas famílias; a realização de novos testes de transgenia; estimular o uso dos materiais de controle dos BSC; e realizar intercâmbios entre os BSCs.

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Vídeo: VIII Marcha pela Vida das Mulheres e Pela Agroecologia http://aspta.org.br/2017/04/06/video-viii-marcha-pela-vida-das-mulheres-e-pela-agroecologia/ http://aspta.org.br/2017/04/06/video-viii-marcha-pela-vida-das-mulheres-e-pela-agroecologia/#respond Thu, 06 Apr 2017 14:11:40 +0000 http://aspta.org.br/?p=14682 Leia mais]]> Em 2017, no dia oito de março, a oitava Marcha pela Vida das Mulheres e pela Agroecologia, organizada pelo Polo da Borborema, uma articulação de 14 sindicatos de trabalhadores rurais da região da Borborema na Paraíba em parceria com a AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, levou às ruas do município de Alagoa Nova, no Brejo Paraibano, um grito pela liberdade das mulheres e contra a chamada ‘cultura do estupro’, que é quando em uma sociedade, a violência sexual é naturalizada por meio da culpabilização das vítimas.

Outra grande pauta trazida pela Marcha em 2017, foi o repúdio à reforma da Previdência Social proposta pelo governo de Michel Temer (PMDB), por meio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que atualmente está em discussão no Congresso Nacional. Para as mulheres, a proposta significa um forte retrocesso no que diz respeito a direitos já conquistados, como a diferença de idade mínima para aposentadoria entre homens e mulheres de cinco anos a menos para as mulheres, a acumulação dos benefícios de pensão por morte e a aposentadoria e até a própria condição de segurado especial para trabalhadores e trabalhadoras rurais.

Veja como foi essa edição da Marcha

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Livro: Construção do Conhecimento Agroecológico: Novos papeis, navas identidades http://aspta.org.br/2017/04/01/livro-construcao-do-conhecimento-agroecologico-novos-papeis-navas-identidades/ http://aspta.org.br/2017/04/01/livro-construcao-do-conhecimento-agroecologico-novos-papeis-navas-identidades/#respond Sat, 01 Apr 2017 19:42:37 +0000 http://aspta.org.br/?p=18029 Leia mais]]> Este livro é fruto de um esforço coletivo de produção e socialização de conhecimentos sobre as abordagens metodológicas empregadas por organizações de assessoria vinculadas à Articulação Nacional de Agroecologia
(ANA). Os textos aqui publicados foram elaborados durante a preparação do II Encontro Nacional de Agroecologia (II ENA), realizado em junho de 2006, em Recife (PE).

Construção Conhecimento Agroecológico – Novos Papéis, Novas Identidades – ANA, 2007

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