Arquivos para o tema de intervenção: Financiamento da transição Agroecológica

Mecanismos para o aumento de escala da transição agroecológica

Encontro Estadual discute experiências de Fundos Rotativos Solidários na Paraíba e propõe diálogo com poder público

fundo rotativo solidário

A Rede de Fundos Rotativos Solidários da Articulação do Semiárido Paraibano (ASA Paraíba), em parceria com a Fundação Esquel Brasil e o apoio do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), por meio da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes) do Governo Federal, realizou no dia 31 de agosto, 1 e 2 de setembro o …

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Fundo Rotativo Solidário: um instrumento de autonomia da agricultura familiar

Creonice - Remígio (PB)

Os Fundos Rotativos Solidários (FRS) são uma ferramenta de democratização das inovações agroecológicas das famílias agricultoras da Paraíba. No estado existem os mais variados tipos de FRS, com ou sem a circulação de moeda: Bancos de Sementes Comunitários (BSC), cercas de arame, campos de palma, fogões ecológicos ou pequenos animais.

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Cordel do Fundo Solidário

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

Assista ao vídeo:

Leia a cartilha:

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

 

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

 

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

 

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

 

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

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Oficina avalia políticas de crédito para a agricultura familiar

Politica de crédito - PR

No dia 16 de fevereiro, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Palmeira (PR), 33 agricultores, técnicos, professores e dirigentes sindicais de diversas instituições da sociedade civil organizada se reuniram no intuito de refletir e discutir sobre os processos de financiamento agrícola promovidos pelas políticas públicas locais, regionais e estatais. Dentre as instituições …

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Encontro de formação sobre os Fundos Rotativos Solidários

Agricultores familiares, representantes de Sindicatos de Trabalhadores Rurais (STRs) e do Polo da Borborema, e assessores da AS-PTA se reuniram no dia 30 de junho no município de Lagoa Seca (PB) para analisar coletivamente o papel que os Fundos Rotativos Solidários (FRS) cumprem na melhoria da qualidade de vida das famílias agricultoras do semiárido. O objetivo foi o de sensibilizar as comunidades quanto à importância dos FRS para a geração de renda, mas também para o fortalecimento da organização comunitária. A oficina foi a primeira das atividades que serão promovidas para manter um espaço permanente de debate sobre os FRS.

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Seminário estadual Fundos Solidários: Gerando Riquezas e Saberes

Aproximadamente 200 pessoas de todas as regiões da Paraíba e de outros estados brasileiros se reunirão às 8h do dia 07 de abril no auditório de Extensão da UFCG para participarem do Seminário Estadual Fundos Solidários: Gerando Riquezas e Saberes.

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