feiras agroecológicas – AS-PTA http://aspta.org.br Wed, 14 Oct 2020 19:01:35 +0000 pt-BR hourly 1 Boas práticas de comercialização: AS-PTA encerra Ciclo de Capacitações com Agricultores Fornecedores das Quitandas da Borborema http://aspta.org.br/2020/02/07/boas-praticas-de-comercializacao-as-pta-encerra-ciclo-de-capacitacoes-com-agricultores-fornecedores-das-quitandas-da-borborema/ http://aspta.org.br/2020/02/07/boas-praticas-de-comercializacao-as-pta-encerra-ciclo-de-capacitacoes-com-agricultores-fornecedores-das-quitandas-da-borborema/#respond Fri, 07 Feb 2020 16:17:35 +0000 http://aspta.org.br/?p=17982 Leia mais]]> A AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia realizou no dia 05 de fevereiro, a última de uma série de seis oficinas de capacitação sobre boas práticas de comercialização com agricultores feirantes e fornecedores da rede de Quitandas da Borborema. As Quitandas são cinco pontos fixos de comercialização dos produtos advindos da agricultura familiar da região de atuação da AS-PTA e do Polo da Borborema, que já são vendidos nas 12 feiras agroecológicas locais com a marca produtos ‘Do Roçado’, com a chegada dos pontos fixos, a oferta destes alimentos passa a ser diária.

As Quitandas foram implementadas em 2019 nos municípios de Remígio, Esperança, Solânea, Arara e Queimadas com apoio do Projeto “Quitandas Agroecológicas no Território da Borborema-PB”, que conta com recursos da Fundação Banco do Brasil- FBB e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.

O ciclo de oficinas de capacitação faz parte das ações do projeto e aconteceu em cada um dos municípios onde estão localizadas as Quitandas. Participaram agricultores agroecológicos jovens, mulheres, integrantes de grupos de beneficiamento e feirantes. A formação tem foco nas boas práticas da comercialização que incluem a produção saudável de alimentos, manejo agroecológico e aperfeiçoamento do beneficiamento dos alimentos.

A atividade do dia 05 de fevereiro aconteceu na Comunidade Mata Redonda, município de Remígio-PB. “A gente sabe que por trás desses produtos, até esses produtos chegarem para a venda, tem as formações e é através delas que vamos melhorando nossos espaços, nossa produção e são também um momento de estar refletindo, nos organizando para levar um produto de qualidade, porque a gente pensa no nosso consumidor e quer estar sempre melhorando” Anilda Batista, do Assentamento Oziel Pereira, em Remígio.

Na capacitação, foram debatidos os avanços e desafios dos primeiros meses de funcionamentos das Quitandas e tirados encaminhamentos para a superação dos entraves, foram tratados ainda aspectos da produção agroecológica, como o manejo agroecológico, as boas práticas do beneficiamento e os caminhos para o intercâmbio e a circulação de produtos que existem em maior quantidade em uma região e porventura não tenham em outra.

“Todo empreendimento leva certo tempo para se firmar, nós estamos indo bem, precisamos dialogar com o público e dizer que a nossa forma de produção é agroecológica, pois existe uma crença de que se alimentar de forma saudável é apenas ‘comer verde’ e não adianta comer assim se está envenenado”, observou Eliane Barbosa, do Assentamento Oziel Pereira.

 

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Segunda edição do ‘Natal sem Veneno’ oferecerá alimentos agroecológicos na Praça da Bandeira, no próximo dia 19 http://aspta.org.br/2019/12/12/segunda-edicao-do-natal-sem-veneno-oferecera-alimentos-agroecologicos-na-praca-da-bandeira-no-proximo-dia-19/ http://aspta.org.br/2019/12/12/segunda-edicao-do-natal-sem-veneno-oferecera-alimentos-agroecologicos-na-praca-da-bandeira-no-proximo-dia-19/#respond Thu, 12 Dec 2019 17:33:26 +0000 http://aspta.org.br/?p=17854 Leia mais]]> Na próxima quinta-feira (19), acontecerá na Praça da Bandeira, Centro de Campina Grande, das 7h às 12h, a segunda edição do ‘Natal Sem Veneno’, Feira Regional de Produtos Agroecológicos. A Feira é uma realização do Grupo de Trabalho GT de Comercialização da Articulação do Semiárido Paraibano – ASA Paraíba e contará com participação de cerca de 80 feirantes vindos de cerca de 30 municípios das microrregiões: Agreste, Cariri Oriental e Ocidental, Seridó, Curimataú, Borborema e Médio Sertão.

As Feiras Regionais de Produtos Agroecológicos vêm sendo organizadas desde 2018 pelo menos três vezes ao ano em Campina Grande, na Semana dos Orgânicos entre os meses de maio e junho, no Dia Mundial da Alimentação em 16 de outubro e no período pré-natalino, com o Natal Sem Veneno. O objetivo é ser um espaço de visibilidade dos produtos da agricultura familiar agroecológica da região e de diálogo e conscientização para a sociedade sobre a qualidade dos alimentos que estão sendo consumidos e a importância de uma alimentação mais saudável, livre de agrotóxicos, adubos químicos e transgênicos.

Além de uma programação cultural que inclui música, exposição de experiências e distribuição de materiais educativos, a feira vai oferecer uma diversidade de produtos in natura como frutas, verduras, grãos, sementes, leite, mel, ovos e uma série de alimentos beneficiados como polpas, bolos, doces, cuscuz não transgênico, etc.

São parceiros da realização da Feira a Universidade Estadual da Paraíba – UEPB, por meio da Pró-reitoria de Cultura – Procult e do Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia – NERA-UEPB. O evento conta ainda com apoio financeiro da Plataforma Mercosul Social e Solidário – PMSS e das agências de cooperação internacional MISEREOR e CCFD Terra Solidá

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Feira Agroecológica alia atrações culturais com comercialização para celebrar o Dia Mundial da Alimentação em Campina Grande-PB http://aspta.org.br/2019/10/17/feira-agroecologica-alia-atracoes-culturais-com-comercializacao-para-celebrar-o-dia-mundial-da-alimentacao-em-campina-grande-pb/ http://aspta.org.br/2019/10/17/feira-agroecologica-alia-atracoes-culturais-com-comercializacao-para-celebrar-o-dia-mundial-da-alimentacao-em-campina-grande-pb/#respond Thu, 17 Oct 2019 16:05:58 +0000 http://aspta.org.br/?p=17371 Leia mais]]> Pelo segundo ano consecutivo, uma edição da Feira Regional de Produtos Agroecológicos comemorou o Dia Mundial da Alimentação na Praça da Bandeira, Centro de Campina Grande-PB.  Na manhã desta quarta-feira, 16 de outubro, o evento ofereceu uma diversidade de alimentos in natura e beneficiados, livres de agrotóxicos e transgênicos, além de um conjunto de atrações culturais com música, dança e teatro de bonecos.

A Feira Regional de Produtos Agroecológicos foi promovida pelo GT de Comercialização da Articulação do Semiárido Paraibano – ASA Paraíba, pelo Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Paraíba – Consea e pelo Fórum Paraibano de Segurança e Soberania Alimentar e Nutricional. O evento teve como parceiros o Núcleo em Extensão Rural da Universidade Estadual da Paraíba – NERA/UEPB e a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida.

“Essa feira é fruto do trabalho árduo de centenas de famílias agricultoras, tudo que vocês estão vendo aqui está ligado com as cisternas, com os bancos de sementes comunitários, fundos rotativos solidários e outras expressões coletivas da organização do nosso povo. Comprar aqui hoje significa não apenas contribuir com a sua saúde, mas também melhorar a renda destas famílias agricultoras”, destacou Emanoel Dias, assessor técnico da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia e do GT de Comercialização da ASA Paraíba durante a abertura oficial da feira.

A programação da feira aliou a comercialização com atividades culturais e pedagógicas, em um espaço dividido com 30 barracas, onde cerca de 80 feirantes de diversas regiões da Paraíba venderam seus produtos. Uma tenda montada no local dialogou com os visitantes e distribuiu materiais educativos e informativos com receitas de alimentos beneficiados e de produtos naturais usados pelos agricultores para o controle de pragas e doenças nas plantações, além de alertas sobre o grau de contaminação de cada alimento cultivado com agroquímicos.

A professora do curso de Agroecologia da UEPB e representante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e pela Vida, Shirleyde dos Santos, falou sobre a necessidade de mais reflexão e ação da sociedade sobre como os alimentos são produzidos. “Estamos vendo hoje como é tão necessário falar sobre essa campanha e a preocupação com a agricultura é de toda a sociedade, nós devemos nos lembrar dos agricultores pelo menos três vezes ao dia, quando tomamos café, almoçamos e jantamos”.

Uma exposição montada no local mostrou os trabalhos artísticos de crianças de escolas públicas e privadas de Campina Grande usando sementes e folhas. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Tamandaré, do Assentamento José Antônio Eufrozino, em Campina Grande foi uma delas. Participaram da feira 19 alunos do 1º ao 5º ano do fundamental. De acordo com a diretora Noelma de Fátima Pereira, a escola sempre busca dialogar com a realidade dos alunos adequando o seu currículo aos temas vivenciados por elas.

Em parceria com o Centro de Ação Cultural – Centrac, a escola desenvolveu uma atividade de formação com as crianças sobre o tema “Comida de Verdade”, o que estimulou a confecção dos trabalhos. Para a diretora, o tema da alimentação é importante não só para educar quanto ao que deve ser preferido ou evitado, mas também ajuda a valorizar o trabalho dos pais das crianças na produção de alimentos.

Os 24 alunos do 4º ano do ensino fundamental do Colégio Petrônio Figueiredo em Campina Grande, participaram da feira. Eles debateram previamente sobre a diversidade alimentar em sala e construíram trabalhos com as variedades de feijão que descobriram em suas pesquisas. A professora Jadeilda Marques, foi a responsável pelo projeto “Existe mais de um tipo de feijão no meu prato”, que levou as crianças a se interessarem pelo consumo do alimento e suas histórias: “Nós víamos que algumas crianças não gostavam de feijão e mesmo as que o consumiam, conheciam apenas um ou dois tipos. Nossa intenção foi a de estimular o interesse pelo alimento saudável, tirando-as um pouco dessa alimentação mais artificial”, explicou.

Madalena Medeiros, representante do Centrac, do Consea-PB e do Fórum de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional da Paraíba, usou sua fala para denunciar o momento atual pelo qual o país passa, com a liberação de um número recorde de novos agrotóxicos sem precedentes na história. “O Estado, que deveria garantir e proteger o direito humano à alimentação vem justamente violando esse direito, com a liberação de mais de 400 agrotóxicos só este ano. Muitos destes com princípios ativos capazes de causar mal de Parkinson, má formação em fetos, distúrbios hormonais e câncer”.

Uma série de atrações culturais dividiram espaço na feira, a primeira delas foi a apresentação de um Teatro de Bonecos, que divertiu o público com uma história sobre o modelo de produção de alimentos que traz a morte. Na sequência, o Trio de Forró Acauã da Serra se apresentou e encerrando a programação, houve um show com o grupo Sambatap, que une a musicalidade do samba com a dança do sapateado. A Feira conta com os apoios financeiros das agências de cooperação internacional Misereor e CCFD Terra Solidária e da Plataforma Mercosul Social e Solidário – PMSS.

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Feira Agroecológica na Praça da Bandeira celebrará Semana dos Orgânicos em Campina Grande-PB http://aspta.org.br/2019/05/20/feira-agroecologica-na-praca-da-bandeira-celebrara-semana-dos-organicos-em-campina-grande-pb/ http://aspta.org.br/2019/05/20/feira-agroecologica-na-praca-da-bandeira-celebrara-semana-dos-organicos-em-campina-grande-pb/#respond Mon, 20 May 2019 17:25:42 +0000 http://aspta.org.br/?p=16364 Leia mais]]> A Comissão Estadual de Produção Orgânica – CPOrg-PB e o Grupo de Trabalho – GT de Comercialização da Articulação do Semiárido Paraibano – ASA Paraíba, realizarão, no dia 30 de maio, das 7h às 11h30, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, mais uma edição da Feira Regional de Produtos Agroecológicos. A data do evento é alusiva a Semana Nacional dos Orgânicos, celebrada entre os dias 26 de maio a 01 de junho.

Assim como em 2018, a Feira terá como tema “Por um São João Livre de Transgênicos e Agrotóxicos” pela proximidade com as festas juninas na terra do “Maior São João do Mundo” quando aumenta consideravelmente a procura por produtos derivados do milho. Estarão na Praça cerca de 60 feirantes vindos de 25 municípios das regiões Médio Sertão, Agreste, Cariri Oriental e Ocidental, Seridó, Curimataú e Borborema, onde já ocorrem feiras agroecológicas periódicas.

Estarão montadas 30 barracas com a comercialização e degustação de uma diversidade de hortaliças, frutas, mel, leite, ovos e produtos beneficiados da agricultura familiar de base agroecológica, como queijo, bolos, polpas, doces e biscoitos além das tradicionais comidas de milho, pamonha, canjica, mungunzá e xerém. Haverá ainda apresentações culturais, distribuição de materiais educativos e demonstração de como é feito o teste de transgenia nas sementes de milho.

A semana dos orgânicos é promovida a nível nacional desde 2005 pelas CPOrg’s com apoio do Ministério de Agropecuária e Abastecimento – MAPA, dentro da Campanha “Produto Orgânico melhor para a vida”, que tem como objetivo o esclarecimento dos consumidores sobre o que são os produtos orgânicos, fazendo uma abordagem sobre os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses produtos, estimulando o seu consumo.

A Comissão Estadual de Produção Orgânica (CPOrg), é formada por representantes de segmentos da rede de produção orgânica da Paraíba e entidades governamentais e não governamentais. Já a Articulação do Semiárido Paraibano é uma rede de entidades de promoção da agricultura familiar organizada em sete microrregiões da Paraíba e ligada a Articulação do Semiárido Brasileiro, organizada em 11 estados do Semiárido.

São parceiros da realização da feira o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia da Universidade Estadual da Paraíba (NERA-UEPB), o Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido (CVT) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Feira Agroecológica Natal Sem Veneno reúne produtores de 15 municípios paraibanos no Centro de Campina Grande http://aspta.org.br/2018/12/14/feira-agroecologica-natal-sem-veneno-reune-produtores-de-15-municipios-paraibanos-no-centro-de-campina-grande/ http://aspta.org.br/2018/12/14/feira-agroecologica-natal-sem-veneno-reune-produtores-de-15-municipios-paraibanos-no-centro-de-campina-grande/#respond Fri, 14 Dec 2018 13:30:04 +0000 http://aspta.org.br/?p=16105 Leia mais]]> A Feira Regional de Produtos Agroecológicos “Natal Sem Veneno” mudou a rotina da Praça da Bandeira, no Centro de Campina Grande-PB, na manhã desta quinta-feira 13 de dezembro. O local foi ocupado, das 7h às 12h, por 22 barracas com uma variedade de alimentos trazidos por feirantes de 15 municípios das regiões Agreste, Borborema, Cariri, Seridó e Médio Sertão do Estado. A iniciativa de reunir os feirantes é da Articulação Paraibana de Agroecologia – ARPA, uma rede de movimentos de promoção da agroecologia do estado no campo e nas cidades.

A proposta da Feira nasceu dos movimentos e entidades articulados na Paraíba pensando em como expandir a comercialização dos produtos agroecológicos vindos da agricultura familiar da região, além de ampliar o diálogo com a cidade. Assim, no mês de junho aconteceu a Feira Regional “Por um São João Livre de Transgênicos e Agrotóxicos” e a Feira Regional que celebrou o Dia Mundial da Alimentação, 16 de outubro.

“Essa já é a terceira feira regional, no campo do diálogo com o consumidor, e a gente percebe que teve uma resposta muito positiva. Eles ouviram a divulgação nas rádios e TVs, leram nos sites e participaram comprando e sugerindo mais momentos como este. Por outro lado, vemos também a animação das famílias agricultoras, que têm neste tipo de feira um espaço a mais para aumentar a sua renda. Outra coisa que merece destaque é a diversidade de alimentos como raízes, frutas, hortaliças, produtos beneficiados, sementes empacotadas, o sucesso que é o xerém, o fubá e o mungunzá livres de transgênicos, isso tudo em um ano de chuvas abaixo da média. Outra coisa importante é essa articulação entre as regiões produtoras”, avaliou Emanoel Dias, assessor técnico da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, uma das entidades que compõem a ARPA.

Além de ser um espaço privilegiado para a comercialização dos alimentos, as feiras agroecológicas regionais tem sido um importante espaço de troca de conhecimentos, produtos e experiências entre os agricultores. Marleide Ferreira Leite Soares, do Sítio Antas, Puxinanã é nova na atividade de feirante. A agricultora participa há um mês e meio da recém-criada Feira Agroecológica de Puxinanã-PB. Ela vende lanches como bolos, sucos, tapiocas, com produtos que saem da sua propriedade e diz que até o momento não tem do que reclamar das vendas. Marleide aproveitou o espaço da feira para trocar experiências: “Já estava ali conversando com as agricultoras da barraca de Mogeiro-PB sobre a experiências que elas tem lá do cuscuz branco, feito com a massa da mandioca, não sei se lá no meu município vai dar certo, mas eu vou testar para vender junto com a galinha de capoeira”, disse a agricultora que está diversificando os seus alimentos vendidos.

A Feira Natal Sem Veneno contou com a animação dos músicos cedidos pela Pró-Reitoria de Cultura – Procult da Universidade Estadual da Paraíba – UEPB, através do Centro Artístico Cultural – CAC.  Além disso, os estudantes da Rede de Núcleos de Extensão em Agroecologia distribuíram materiais informativos e ervas medicinais.

A ARPA

A Articulação Paraibana de Agroecologia – ARPA, nasceu em maio de 2018, nos momentos de preparação da Paraíba para o IV Encontro Nacional de Agroecologia, que aconteceu em Belo Horizonte-MG e reuniu mais de duas mil pessoas de redes, coletivos e entidades de promoção da agroecologia. A articulação surge como uma soma de esforços para fortalecimento da agroecologia no campo e na cidade.

A ARPA é formada pelas seguintes instituições, movimentos e redes: Articulação do Semiárido Paraibano – ASA Paraíba; Comissão Pastoral da Terra – CPT; Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST; Marcha Mundial de Mulheres – MMM; Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB; Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA; Rede de Educação Cidadã – Recid; Pastoral da Juventude Rural – PJR; Rede de Núcleos de Agroecologia da Paraíba; e Serviço de Educação Popular – Sedup.

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6ª Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa discute os riscos dos agrotóxicos e atrai um grande público a Lagoa Seca http://aspta.org.br/2018/08/03/6a-feira-agroecologica-e-cultural-da-juventude-camponesa-discute-os-riscos-dos-agrotoxicos-e-atrai-um-grande-publico-a-lagoa-seca/ http://aspta.org.br/2018/08/03/6a-feira-agroecologica-e-cultural-da-juventude-camponesa-discute-os-riscos-dos-agrotoxicos-e-atrai-um-grande-publico-a-lagoa-seca/#respond Fri, 03 Aug 2018 19:54:48 +0000 http://aspta.org.br/?p=15997 Leia mais]]> Na manhã da sexta-feira, 03 de agosto, mês em que se comemora o Dia Internacional da Juventude, a Comissão de Jovens do Polo da Borborema, uma rede de 14 sindicatos de trabalhadores rurais da região do Agreste da Borborema, na Paraíba, comemorou a data realizando a sexta edição da Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa. As Feiras da Juventude acontecem duas vezes por ano e buscam dar visibilidade ao trabalhado dos jovens agricultores, onde podem expor e comercializar produtos, trocar experiências e desenvolver talentos artísticos.

O evento aconteceu no centro de Lagoa Seca-PB, município distante 9km de Campina Grande e atraiu centenas de pessoas a procura de alimentos mais saudáveis, como a dona de casa Maria Tomé de Souto, moradora da cidade que soube da feira pelo esposo e fez questão de comparecer: “Essa é uma iniciativa muito boa, pois é uma oportunidade para que os jovens fiquem na agricultura. Antigamente, só o que a gente via era o jovem ir embora trabalhar fora, então com espaços como esse, podem trabalhar na terra”, comentou.

Em 2018, a Feira trouxe o tema: “Alimentar com Agroecologia é promover a Democracia”, como um alerta à sociedade acerca da forma antidemocrática com que matérias como o Projeto de Lei Nº 6.299/02, conhecido como o ‘PL do Veneno’, que reduz o controle sobre o uso de agrotóxicos, vem sendo aprovados em comissões da Câmara dos Deputados, à despeito dos enormes riscos à saúde da população. Abrindo a feira, uma encenação, mostrou que existe um setor da sociedade ligado ao agronegócio, que está muito bem organizado e representado no Congresso Nacional, na chamada bancada ruralista, que tem os olhos voltados para altos lucros, sem maior preocupação com o meio ambiente e a saúde das pessoas. “Estamos vendo essa bancada ruralista aprovar o PL do veneno e está na hora de debater a democracia, a política, os jovens tem entendimento sobre isso e precisamos fortalecer a agroecologia nesse cenário”, afirmou Ana Paula Cândido, liderança da Comissão de Jovens do Município de Queimadas.

“Todo mundo quer viver muito, mas às vezes esquecemos de querer viver bem, então, estamos aqui para mostrar, com nosso trabalho, com nossa produção, que a agroecologia é o caminho para promover a nossa saúde, respeitando todas as outras formas de vida, seja vegetal, seja animal, a natureza em si”, disse o jovem Mateus Manassés, de 22 anos, agricultor e criador do sítio Soares, município de Queimadas, em seu depoimento durante a feira.

Jéssica Raquel Pereira dos Santos, de 26 anos, do Assentamento Oziel Pereira, em Remígio, também deu o seu depoimento enquanto jovem feirante. Ele faz parte da EcoBorborema, associação de feirantes agroecológicos do Polo da Borborema, que organiza atualmente uma rede de 12 feiras agroecológicas na região e é parceira da Comissão de Jovens na realização das Feiras da Juventude.

A feira expos uma diversidade grande de produtos como macaxeira, fava, feijão, jerimum, batata doce, batatinha, hortaliças variadas, mel, ovos, leite, queijo, manteiga, doces, polpas de fruta, sucos, bolos, beijus, tapiocas e artesanato, espalhados pelas 15 tendas montadas na rua José Caetano de Andrade, às margens da BR 104 que corta a cidade. Uma sequência de apresentações culturais também fez parte da programação com as apresentações do trio de forró pé de serra “Forró da Manga” de Remígio-PB, o grupo de percussão “Afrovida” de Lagoa Seca e o grupo de teatro do Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia da Universidade Estadual da Paraíba – NERA – UEPB, além da declamação de cordéis, poesia e show de voz e violão promovido pelos jovens da Comissão.

Uma novidade desta edição da feira foram as duas Tendas Pedagógicas, abertas à visitação da população. De um lado, a tenda que representa a ‘agricultura da morte’, com distribuição de materiais de alerta sobre os riscos dos agrotóxicos, vídeo explicativo sobre os transgênicos e exposição de alimentos contaminados. Do outro lado, uma tenda representou a ‘agricultura da vida’, com degustação de alimentos produzidos sem veneno, distribuição de materiais educativos, receitas de fertilizantes, defensivos naturais e doação de 200 mudas para os visitantes.

Jadson Vieira é professor de história do 8º e 9º ano do ensino fundamental da rede municipal e do ensino médio da rede estadual em Lagoa Seca, ele trouxe seis de suas turmas de alunos para visitarem a feira: “Acho que é pela valorização da cultura e dos saberes do campo, pois vivemos em um município onde mais de 60% dos alunos vem da zona rural, portanto isso aqui representa a cultura, a memória deles. Eu quis também promover uma vivência mais politizada sobre o alimento e a sua origem”, disse.

Lívia Cirino dos Santos Freitas, de 14 anos, participou pela segunda vez da Feira Agroecológica e Cultural da Juventude, ela e os primos vieram do Sítio Mineiro, em Lagoa Seca e trouxeram laranja, batata doce, goiaba, macaxeira, jerimum e chuchu. Carlos Henrique Flor da Silva, de 14 anos, fez questão de dizer: “Essa macaxeira foi colhida hoje, por mim”. Assim como eles, Deiziane Alexandre Ferreira, de 14 anos, do Sítio Cachoeira do Gama, em Matinhas-PB, se envolveu no e da Comissão de Juventude por meio da Campanha pela Valorização da Vida na Agricultura Familiar, um trabalho que envolve crianças filhos e filhas de agricultores da região do Polo da Borborema. “De tão nova, nem lembro quando comecei a participar, mas sempre ia para as reuniões com minha mãe e, aos 11 anos participava da campanha com as crianças, hoje já participei de vários encontros da juventude e hoje estou aqui na feira, pela segunda vez”, disse.

No final da manhã, com as barracas quase todas vazias, a feira foi encerrada com uma ciranda entre os participantes, reafirmando o seu lema: “Juventude e Agroecologia: a luta é todo!”. “Mais uma vez cumprimos a nossa missão e a feira superou nossas expectativas”, avaliou Márcia Araújo, liderança da Comissão de Jovens do município de Lagoa Seca.

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Jovens da Borborema realizarão em Lagoa Seca-PB 6ª Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa http://aspta.org.br/2018/07/28/jovens-da-borborema-realizarao-em-lagoa-seca-pb-6a-feira-agroecologica-e-cultural-da-juventude-camponesa/ http://aspta.org.br/2018/07/28/jovens-da-borborema-realizarao-em-lagoa-seca-pb-6a-feira-agroecologica-e-cultural-da-juventude-camponesa/#respond Sat, 28 Jul 2018 13:27:25 +0000 http://aspta.org.br/?p=15993 Leia mais]]> A Comissão de Jovens do Polo da Borborema realizará, na próxima sexta-feira, 03 de agosto, a partir das 8h, no município de Lagoa Seca-PB, a “6ª Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa”. A atividade acontecerá na R. José Caetano de Andrade, no Centro, ao lado da Prefeitura Municipal, às margens da BR-104. A feira tem como objetivo dar visibilidade ao trabalho dos jovens na agricultura familiar e servir como espaço para a juventude experimentar a atividade de comercializar, além de valorizar talentos artístico-culturais.

O Polo da Borborema é uma rede de 14 sindicatos de trabalhadores rurais da região da Borborema, que trabalha pelo fortalecimento da agricultura familiar agroecológica há mais de 20 anos no território com a assessoria da organização não governamental AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia. A feira da juventude conta com a parceria da EcoBorborema, associação de feirantes do Polo da Borborema.

A montagem da estrutura e das 15 barracas começará nas primeiras horas da manhã da sexta-feira, mas a abertura oficial da programação terá início às 8h. No local serão expostos e comercializados produtos e experiências dos jovens. Participarão 110 jovens de toda região do Polo, dos quais 36 já atuam como feirantes na rede de 12 feiras agroecológicas ligadas à EcoBorborema. Os consumidores poderão encontrar na feira uma diversidade de frutas, hortaliças, feijão, fava, milho, macaxeira, ovos, mel, bolos, polpa de fruta, tapiocas, beijus, cocadas e doces, além de artesanato.

Os visitantes poderão ainda assistir a apresentações culturais de jovens como música e violão, embolada, roda de capoeira e bandas de fanfarra. Agricultores adultos de Lagoa Seca que trocaram o uso do veneno por uma produção livre de agrotóxicos e de transgênicos darão seus depoimentos sobre as lições aprendidas.

A novidade desta edição serão as “Tendas Pedagógicas” onde consumidores e alunos da rede pública municipal de Lagoa Seca poderão visitar e entender melhor os malefícios do Agronegócio, conhecer experiências no campo da agroecologia e ter acesso a materiais pedagógicos como cartilhas, panfletos e assistir a pequenos vídeos, numa ação em parceria com o Comitê Estadual da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.

Contra os agrotóxicos, a agroecologia

Em sua sexta edição, a feira que já aconteceu nos municípios de Massaranduba, Remígio, Areial, Esperança e Queimadas, terá como tema “Alimentar com Agroecologia é promover a Democracia”. De acordo com a Comissão de Juventude, a intenção é alertar a sociedade para a maneira preocupante como o Congresso Nacional vem tratando de assuntos sérios como o Projeto de Lei que ficou conhecido como o “PL do Veneno” (PL Nº 6.299/02). O PL visa flexibilizar as já frouxas regras de controle dos agrotóxicos no Brasil. A proposta foi aprovada este ano pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, por 18 votos a nove, sem um amplo debate no seio da sociedade.

O cenário se torna ainda mais preocupante considerando-se que os brasileiros consomem em média 7 litros de veneno por ano, segundo dados da nova edição do Dossiê da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), de 2016. Além de denunciar o fato de o nosso país ser há 10 anos, o campeão mundial no uso de agrotóxicos, os jovens querem mostrar a agroecologia como o caminho a ser potencializado para fazer frente à essa realidade e as feiras agroecológicas como elo mais importante com a sociedade.

 

Rede de 12 Feiras organizadas pelo Polo da Borborema:

Campina Grande
Quarta-feira | 6h
Museu Do Algodão | Estação Velha

Sexta-feira | 6h
Du Bu IV | Catolé

Lagoa Seca
Sábado | 6h
Ao Lado do Mercado Público | Centro

Alagoa Nova
Sábado | 6h
Ao Lado do Sindicato Rural | Centro

Massaranduba
Sexta-feira | 6h
Em Frente ao Sindicato Rural | Centro

Queimadas
Sexta-feira | 6h
Em Frente ao Sindicato Rural

Esperança
Sexta-feira | 6h
Praça da Igreja Matriz | Centro

Areial
Sexta-feira | 6h
Praça Central

Remígio
Sexta-feira | 6h
Rua da Prefeitura | Centro

Arara
Sexta-feira | 6h
Ao Lado da Igreja Matriz

Solânea
Sexta-feira | 6h
Em frente ao Sindicato Rural | Centro

Casserengue
Quinta-feira | 6h
Praça 29 De Abril | Centro

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http://aspta.org.br/2018/07/28/jovens-da-borborema-realizarao-em-lagoa-seca-pb-6a-feira-agroecologica-e-cultural-da-juventude-camponesa/feed/ 0
Feira Agroecológica ‘Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos’ celebrará Semana dos Orgânicos em Campina Grande http://aspta.org.br/2018/05/22/feira-agroecologica-por-um-sao-joao-livre-de-transgenicos-e-agrotoxicos-celebrara-semana-dos-organicos-em-campina-grande/ http://aspta.org.br/2018/05/22/feira-agroecologica-por-um-sao-joao-livre-de-transgenicos-e-agrotoxicos-celebrara-semana-dos-organicos-em-campina-grande/#respond Tue, 22 May 2018 17:01:26 +0000 http://aspta.org.br/?p=15881 Leia mais]]> No próximo dia 06 de junho, das 7h às 12h, acontecerá na Praça da Bandeira, no Centro de Campina Grande-PB, uma Feira Regional de Produtos Agroecológicos, que em uma estrutura de cerca de 20 barracas, oferecerá aos consumidores uma diversidade de hortaliças, frutas, ovos, leite e derivados, grãos e produtos beneficiados como doces, bolos, polpas de frutas, beijus, tapiocas e artesanato. A feira terá como tema ‘Por um São João livre de transgênicos e agrotóxicos’ e acontece em comemoração à Semana dos Orgânicos, que é celebrada nacionalmente de 27 de maio até o dia 5 de junho, quando se comemora o dia Mundial do Meio Ambiente.

A iniciativa é da Comissão Estadual de Produção Orgânica (CPOrg), que é formada por representantes de segmentos da rede de produção orgânica da Paraíba e entidades governamentais e não governamentais. Promovem ainda a feira o Núcleo de Extensão Rural em Agroecologia da Universidade Estadual da Paraíba (NERA-UEPB), o Centro Vocacional Tecnológico de Agroecologia e Produção Orgânica: Agrobiodiversidade do Semiárido (CVT) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Articulação Paraibana de Agroecologia.

Na Praça da Bandeira estarão comercializando seus produtos representantes da Rede de 12 Feiras Agroecológicas da EcoBorborema; da Tenda Agroecológica do Cariri Oriental; da Bodega Agroecológica do Cariri, Seridó e Curimataú e das Feiras Agroecológicas de Picuí, Cuité, Aroeiras, Ingá, Monteiro, Sumé, entre outros municípios.

Além da comercialização dos produtos, a Feira Regional na Praça da Bandeira terá ainda uma programação cultural com apresentações de teatro, poesia e trio de forró. Durante toda a manhã, feirantes, estudantes, professores e pesquisadores estarão no local distribuindo materiais e dialogando com a população que passa pelas imediações sobre alimentação saudável e as diferenças entre os produtos agroecológicos e orgânicos, os riscos dos transgênicos e agrotóxicos, entre outros assuntos. Haverá ainda a venda do fubá agroecológico, com a produção e degustação do cuscuz não transgênico no local, com distribuição de material explicativo sobre o assunto.

Todos os anos, as CPOrg’s estaduais promovem a Campanha “Produto Orgânico melhor para a vida” que tem como objetivo o esclarecimento dos consumidores sobre o que são os produtos orgânicos, fazendo uma abordagem sobre os benefícios ambientais, sociais e nutricionais desses produtos, estimulando o seu consumo.

Em outras regiões da Paraíba, também haverá diversas ações, promovidas pelas entidades participantes da CPOrg-PB. A campanha foi criada pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA em 2005, para incentivar a produção orgânica no Brasil e tem como principal objetivo reforçar, para a população brasileira, principalmente a urbana, que os sistemas orgânicos/agroecológicos buscam viabilizar a produção de alimentos de forma mais harmônica com a natureza, contribuindo para a saúde de todos, com justiça social em suas redes de comercialização.

Programação:
06h – Chegada dos feirantes/participantes e montagem das barracas
08h – Abertura oficial com apresentação dos territórios e feiras
8h20 – Falas dos organizadores
09h – Intervenções sobre agroecologia na agricultura familiar
10h – Teatro – Campanha contra os Agrotóxicos
10h20 – Música poesia, animação.
12h – Encerramento

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“Nenhum direito a Menos” será tema da 4ª Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa do Polo da Borborema, em Esperança-PB http://aspta.org.br/2017/05/05/nenhum-direito-a-menos-sera-tema-da-4a-feira-agroecologica-e-cultural-da-juventude-camponesa-do-polo-da-borborema-em-esperanca-pb/ http://aspta.org.br/2017/05/05/nenhum-direito-a-menos-sera-tema-da-4a-feira-agroecologica-e-cultural-da-juventude-camponesa-do-polo-da-borborema-em-esperanca-pb/#respond Fri, 05 May 2017 18:18:50 +0000 http://aspta.org.br/?p=14775 Leia mais]]> WhatsApp Image 2017-05-03 at 15.26.30A Comissão de Jovens do Polo da Borborema, uma articulação de 14 sindicatos rurais da região da Borborema na Paraíba, realizará no próximo dia 19 de maio, sexta-feira, à partir das 8h, a 4ª Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa. Esta edição acontecerá no município de Esperança, na Praça Getúlio Vargas, em frente a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Conselho, no centro da cidade.

As Feiras Agroecológicas e Culturais da Juventude Camponesa tem como objetivos dar visibilidade ao trabalho e à produção dos jovens agricultores; Afirmar para a cidade a importância da agricultura familiar e da agroecologia para a produção de alimentos; Fortalecer a cultura camponesa e seu modo de vida e ainda servir como laboratório para os jovens na arte de comercializar. As três primeiras edições aconteceram em 2016 primeira no município de Massaranduba, a segunda no município de Remígio e a terceira em Areial-PB.

A Feira também é organizada pela EcoBorborema, associação que reúne os feirantes da rede de 12 Feiras Agroecológicas do território de atuação do Polo da Borborema (municípios de Queimadas, Alagoa Nova, Esperança, Areial, Arara, Casserengue, Solânea, Massaranduba, Remígio, Lagoa Seca e Campina Grande – este com duas feiras).

Esta edição da Feira Agroecológica e Cultural da Juventude Camponesa terá como tema “Nenhum Direito a Menos” e tratará sobre as ameaças aos direitos e garantias conquistados pelos trabalhadores e trabalhadoras, trazidas pelas propostas das reformas da previdência e trabalhista que estão em discussão no Congresso Nacional. Dois pontos que são bastante criticados são o fim da categoria de Segurado Especial para os camponeses dentro do sistema de seguridade social, que teriam que pagar para terem direito a qualquer benefício, o que na prática, significa o fim da aposentadoria rural.

Outra proposta de regulação do trabalho rural propõe que o pagamento de salário a trabalhadores do campo possa ser feitos com comida e moradia. Durante a feira, os jovens manifestarão sua indignação contra estas reformas e reafirmando a sua disposição de seguir organizando lutas pela permanência dos direitos já conquistados.

Como seu nome sugere, a Feira terá um espaço para exposição e comercialização de experiências e produtos da agricultura familiar, fruto do trabalho dos jovens como frutas, hortaliças, sementes, bolos, tapiocas, beijus, polpas de frutas, doces, ovo, mel e artesanato espalhados por 10 barracas montadas no local, além de uma programação cultural com a apresentação de bandas juvenis, ciranda, embolada, teatro e recitação de poemas. As atividades se estenderão até por volta do meio-dia.

O trabalho com a juventude do Polo da Borborema é assessorado pelo Núcleo de Infância e Juventude da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, organização que acompanha o Polo da Borborema há mais de 20 anos. Este trabalho, por sua vez, conta com o apoio das entidades da cooperação internacional Comitê Católico Contra a Fome a Favor do Desenvolvimento (CCFD), ActionAid e terre des hommes schweiz.

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Consumidores da Feira Agroecológica de Palmeira visitam propriedade agroecológica http://aspta.org.br/2017/03/16/consumidores-da-feira-agroecologica-de-palmeira-visitam-propriedade-agroecologica/ http://aspta.org.br/2017/03/16/consumidores-da-feira-agroecologica-de-palmeira-visitam-propriedade-agroecologica/#respond Thu, 16 Mar 2017 12:42:39 +0000 http://aspta.org.br/?p=14641 Leia mais]]> 17202967_637688719766437_8422266705315478088_nUm grupo de 15 consumidores da Feira Agroecológica conheceram a propriedade da família de Cleonice e Silvio Sluzars, na localidade de Paiol do Fundo, interior do município de Palmeira. O casal comercializa seus produtos na feira que é realizada todos os sábados pela manhã na praça Domingos Theodorico de Feitas, em frente ao Cemitério Municipal. Na visita, os consumidores conheceram as atividades de produção e vivenciaram um dia em uma propriedade agroecológica.

A família Sluzars já vem produzindo agroecologicamente há mais de 15 anos, optando por uma qualidade de vida mais saudável em questão ao uso de agroquímicos. A família faz parte da Associação de Produtores Agroecológicos de Palmeira (APEP), entidade que existe há mais de 20 anos e reúne várias famílias do município que têm produção agroecológica.

Na propriedade, os visitantes conheceram os sistemas de produção de hortaliças de diversas espécies a céu aberto e em estufas cobertas, além de criações, como de suínos da raça Moura, que é mais um investimento da família na produção de carne e fortalecimento da geração de renda familiar. O encerramento da visita foi marcado com o Café da Biodiversidade, no qual são servidos os alimentos que a família produz.

O objetivo principal da visita, que é organizada pela AS-PTA- Agricultura Familiar e Agroecologia, é mostrar a produção de alimentos saudáveis agroecológicos produzidos pelas famílias agricultoras, colocando os consumidores em contato com o dia a dia dessas famílias. Nesses momentos, são mostrados os sistemas que utilizam para a produção, colheita e processamento de alimentos até chegar ao consumidor, o que se dá através de feiras agroecológicas e entregas de sacolas em domicílio.

Projeto

17202998_637688833099759_1281029932734079654_nO projeto que a AS-PTA vem executando no município junto com a APEP e CAFPAL- Cooperativa da Agricultura Familiar de Palmeira, tem como o título “Promoção da articulação entre Cidade e Campo em dinâmicas locais e regionais de abastecimento agroecológico, conjugado com incidência política em soberania e segurança alimentar”. Este projeto é financiado pela entidade alemã Misereor – Katholische Zentralstelle für Entwicklungshilfe.

Segundo informou André Emílio Jantara, assessor técnico da AS-PTA, este ano já foram realizadas outras duas visitas de consumidores a propriedades e a intenção do projeto é fazer mais algumas visitas com novos consumidores. “Depois, vamos promover um encontro em forma de seminário para todos os participantes, com objetivo de discutir o tema da alimentação saudável agroecológica, aumentando a conscientização do risco que enfrentamos aos agroquímicos em nossa alimentação”, explicou Jantara.

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