Arquivos da tag: agricultura-familiar

Programa Brasil Sem Miséria na visão do movimentos sociais da agricultura

Ocorreu no início do mês (08) no Palácio do Planalto, em Brasília, os Diálogos Governo e Sociedade Civil: Brasil Sem Miséria, encontro para fazer um balanço do governo junto a sociedade sobre o desempenho do programa federal. Os movimentos sociais reconheceram avanços do Brasil Sem Miséria, mas apontaram diversas questões insuficientes na sua implementação. Foi […]

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Homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora

Gleiceani Nogueira – Asacom
27/07/2011

O agricultor e poeta Euzébio Cavalcanti, do município de Remígio (PB), fez uma música em homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora, celebrado nas comunidades no dia 25 de julho. A letra fala da importância do homem e da mulher do Semiárido na conservação das sementes, na preservação da natureza e na promoção da segurança alimentar do campo e da cidade.

A partir da música foi criado um videoclipe com fotos de agricultores e agricultoras acompanhados pelas organizações que integram a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA). Confira o resultado!

Homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora
Gleiceani Nogueira – Asacom
27/07/2011
O agricultor e poeta Euzébio Cavalcanti, do município de Remígio (PB), fez uma música em homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora, celebrado nas comunidades no dia 25 de julho. A letra fala da importância do homem e da mulher do Semiárido na conservação das sementes, na preservação da natureza e na promoção da segurança alimentar do campo e da cidade. 

A partir da música foi criado um videoclipe com fotos de agricultores e agricultoras acompanhados pelas organizações que integram a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA). Confira o resultado!

Homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora

Gleiceani Nogueira – Asacom

27/07/2011

 

O agricultor e poeta Euzébio Cavalcanti, do município de Remígio (PB), fez uma música em homenagem ao Dia do Agricultor e da Agricultora, celebrado nas comunidades no dia 25 de julho. A letra fala da importância do homem e da mulher do Semiárido na conservação das sementes, na preservação da natureza e na promoção da segurança alimentar do campo e da cidade.

 

A partir da música foi criado um videoclipe com fotos de agricultores e agricultoras acompanhados pelas organizações que integram a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA). Confira o resultado!

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Cordel do Fundo Solidário

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

Assista ao vídeo:

Leia a cartilha:
https://issuu.com/aspta/docs/cartilha_miolo

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

No semiárido brasileiro, as famílias agricultoras desenvolveram uma importante forma de organização social do trabalho agrícola baseada nas relações de reciprocidade e solidariedade, mobilizando membros de várias famílias: vizinhos, parentes, compadres ou até mesmo o conjunto de toda a comunidade. Esse modo de vida se traduz em práticas espontâneas, muitas vezes voltadas para o compartilhamento de alimentos, sementes, água e outros recursos materiais ou simbólicos para apoiar uma jovem família ou aquela mais necessitada. Ou, ainda, as relações de ajuda mútua são realizadas para a promoção de melhorias das condições de vida de toda a coletividade.

 

Foi resgatando e reforçando essa cultura de partilha e da economia da solidariedade que as dinâmicas que compõem a Articulação do Semiárido Paraibano (ASA-PB) vêm disseminando novas práticas de cooperação e ajuda mútua, baseadas em construções comunitárias mais estruturadas de crédito para aquisição de bens, os Fundos Rotativos Solidários (FRS). Para a ASA-PB, os FRS constituem uma importante ferramenta de democratização das inovações técnicas e organizativas justamente por se apoiarem nos laços sociais e na lógica de partilha presente nas comunidades rurais.

 

Como num folheto de cordel, agricultores e agricultoras contam como os fundos rotativos foram se tornando um meio para o fortalecimento dos processos de desenvolvimento comunitário, um suporte ao financiamento da transição agroecológica das unidades familiares de produção. E mais, contam como os fundos solidários têm se mostrado um instrumento pedagógico poderoso que permite o aprendizado do exercício da cidadania.

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Agricultura Familiar Camponesa na construção do futuro

Número especial da Revista Agriculturas: experiências em agroecologia. Os textos reunidos nesta edição convergem com a ideia de que a agricultura familiar camponesa será um elemento essencial em um futuro possível. Sua luta cotidiana pela sobrevivência é aqui encarada como a luta pela sobrevivência desse futuro. Em vez de desaparecer diante das conjunturas cada vez […]

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Oficina avalia políticas de crédito para a agricultura familiar

No dia 16 de fevereiro, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Palmeira (PR), 33 agricultores, técnicos, professores e dirigentes sindicais de diversas instituições da sociedade civil organizada se reuniram no intuito de refletir e discutir sobre os processos de financiamento agrícola promovidos pelas políticas públicas locais, regionais e estatais. Dentre as instituições […]

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Agricultores familiares denunciam contaminação por agrotóxicos usados na fumicultura

No dia 24 de fevereiro de 2011, cerca de 60 pessoas estiveram na Câmara de Vereadores de São João do Triunfo (PR) para tratar do encaminhamento de denúncia relacionada aos graves problemas ocorridos na safra de fumo deste ano decorrentes do uso do agrotóxico Gamit, um produto que faz parte do “pacote de insumos” entregue […]

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Acesso aos mercados: potencialidades e desafios da agricultura familiar

Nos dias 1 e 2 de junho, foi realizada em Lagoa Seca a oficina Acesso aos Mercados pela Agricultura Familiar no Território da Borborema. Participaram da atividade representantes das organizações de agricultores familiares, como o Polo da Borborema, a EcoBorborema e a Rede de Algodão do Território da Borborema; das organizações de assessoria, AS-PTA, Patac e Arribaçã; e de órgãos governamentais, Emater e Embrapa Algodão. O objetivo foi fazer uma leitura panorâmica compartilhada sobre a evolução do acesso aos mercados pela agricultura familiar no território, seja via feiras agroecológicas, mercado institucional ou mercado em cadeia do algodão agroecológico.

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Agricultura Familiar Camponesa na construção do futuro

A Revista Agriculturas: experiências em agroecologia há cinco anos vem divulgando exemplos concretos da construção de alternativas sustentáveis para o desenvolvimento rural no Brasil. Cada artigo publicado revela esforços localizados para a ampliação do espaço econômico, social, político e cultural ocupado pela agricultura familiar nos territórios em que está inserida. A grande diversidade de estratégias implícitas nessas experiências manifesta o vigor criativo do campesinato para fazer frente aos contextos adversos gerados pelo aprofundamento do capitalismo no campo.

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